Plano foi construído em 2025 com a comunidade a partir do Programa Tocantins Recebe Bem
– Foto: Joice Danielle/Governo do Tocantins
O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Turismo (Setur), realiza nesta quarta-feira, 1º de abril, às 9 horas, a entrega do Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) com foco em Turismo de Base Comunitária, em Santa Tereza do Tocantins, na região turística Encantos do Jalapão. O plano foi construído em 2025 com a comunidade, a partir do Programa Tocantins Recebe Bem.
O Plano de Gestão Territorial e Ambiental, com foco em Turismo de Base Comunitária (TBC) da Comunidade Quilombola Barra do Aroeira, no Jalapão, é um instrumento participativo de planejamento que orienta o uso sustentável do território, valoriza a cultura e fortalece a autonomia quilombola. Construído a partir dos saberes e da organização comunitária, o plano promove um turismo conduzido pela própria comunidade, voltado à geração de renda, à preservação ambiental e à valorização da identidade e da ancestralidade local.
De acordo com a secretária da Setur, Ana Maria Monteiro, o Turismo de Base Comunitária é de fundamental importância, pois coloca a comunidade local como protagonista na gestão, no planejamento e na execução das atividades turísticas. “Esse modelo tem grande potencial devido à riqueza cultural, às tradições locais e aos recursos naturais presentes na região, além de fortalecer a economia local por meio da geração de renda com atividades turísticas”, afirma.
A elaboração do Plano de Gestão Territorial e Ambiental com foco em Turismo de Base Comunitária, em Barra do Aroeira, por meio do programa Tocantins Recebe Bem, foi construída em conjunto com a comunidade local e tem como propósito estruturar o turismo sustentável e de vivência. Durante os encontros realizados em 2025, foram desenvolvidas quatro etapas para a construção do plano: diagnóstico e elaboração do plano de ação de forma participativa; apropriação de habilidades e competências na prestação de serviços turísticos; levantamento do patrimônio material e imaterial; e, por fim, a elaboração do plano de recuperação e conservação para o uso sustentável dos recursos naturais, prevista para 2026.










